quinta-feira, 30 de junho de 2011

Você aceitaria casar-se por dinheiro?

Hoje em dia, o fator financeiro mexe muito com a emoção das pessoas. As mulheres são conhecidas por se importarem muito com a condição financeira do seu parceiro, porém, pesquisa feita na Inglaterra revela que mais da metade dos homens se casariam por dinheiro. No casamento, dinheiro sem amor pode ser considerado bom? A pesquisa, feita pelo jornal britânico " Daily Mirror", revelou que 55% dos homens consideram o fator financeiro determinante na hora de subir ao altar, e que, além da última crise mundial, o poder aquisitivo das mulheres mais velhas entram em vigor. Eles preferem as coroas que tem uma boa poupança.
 E você, aceitaria casar-se por dinheiro?

CUIDADO, MOTORISTA!

Cada vez mais por conta da imprudência de motoristas o número de acidentes tem aumentado. Seja nas estradas ou na própria cidade todos os dias há ocorrências de alguma imprudência. As ilegalidades mais comuns são: Dirigir com excesso de velocidade, Ultrapassagem de veículos e do semáforo, falar ao telefone quando se está dirigindo, não respeitar a faixa de pedestres, e o maior gerador de vítimas fatais: Dirigir  alcoolizado.
 Se todo condutor, seja de carros,seja de motos, ciclistas, ou carroceiros, e até mesmo os pedestres, tiver consciência de todas as regras de trânsito, assim como o respeito, certamente os acidentes e as mortes seriam menos frequentes. Com todo um cuidado e com toda atenção necessária, reduziria os acidentes de trânsito em nossa cidade e Unaí já avançaria bastante

Mamãe, fique atenta ao Teste da Orelhinha

Um dos sentidos mais importantes para o desenvolvimento completo da criança é a audição. O bebê já escuta desde bem pequeno, antes mesmo de ser erguido pelo doutor em sua apresentação ao mundo. Isso acontece a partir do quinto mês de gestação, onde o bebê ouve os sons do corpo da mamãe e sua voz.
É através da audição e da experiência que as crianças têm com os sons ainda na barriga da mãe que se inicia o desenvolvimento da linguagem. Qualquer perda na capacidade auditiva, mesmo que pequena, impede a criança de receber adequadamente as informações sonoras que são essenciais para a aquisição da linguagem.
Bom, depois dessas informações fica mais fácil saber a importância do Teste da Orelhinha, ou Triagem Auditiva Neonatal, que é realizado já no segundo ou terceiro dia de vida do bebê. Ao contrário do nome parecido com o teste do pezinho, no Teste da Orelhinha não é preciso fazer um furinho na orelha do bebê (ainda bem).
Esse exame consiste na colocação de um fone acoplado a um computador na orelha do bebê que emite sons de fraca intensidade e recolhe as respostas que a orelha interna do bebê produz.            O exame logo ao nascer é imprescindível para todos os bebês, principalmente àqueles que nascem com algum tipo de problema auditivo. Estudos indicam que um bebê que tenha um diagnóstico e intervenção fonoaudiológica até os seis meses de idade pode desenvolver linguagem muito próxima a de uma criança ouvinte.
O grande problema é que a maioria dos diagnósticos de perda auditiva em crianças acontece muito tardiamente, com três ou quatro anos, quando o prejuízo no desenvolvimento emocional, cognitivo, social e de linguagem da criança está seriamente comprometido.
Fácil, rápido e sem dor - Recado para as mamães: o Teste da Orelhinha é realizado com o bebê dormindo, em sono natural, é indolor e não machuca, não precisa de picadas ou sangue do bebê, não tem contra-indicações e dura em torno de 10 minutos. Viu que fácil.             Há os chamados bebês de risco para a surdez. São os casos em que já existe um histórico de surdez na família, intervenção em UTI por mais de 48 horas, infecção congênita (rubéola, sífilis, toxoplasmose, citomegalovirus e herpes), anormalidades craniofaciais (má formação de pavilhão auricular, fissura lábio palatina), fez uso de medicamentos ototóxicos, entre outros. Se o Teste da Orelhinha já e importante para uma criança sem problemas, imagine para essas crianças.
Mas todos os bebês devem fazer o Teste. Em bebês normais, a surdez varia de 1 a 3 crianças em cada 1.000 nascimentos, já em bebês de UTI Neonatal, varia de 2 a 6 em cada 1.000 recém-nascidos. A avaliação Auditiva Neonatal limitada aos bebês de risco é capaz de identificar apenas 50% dos bebês com perda auditiva.
A deficiência auditiva é a doença mais freqüente encontrada no período neonatal quando comparada a outras patologias. Só como exemplo, o Teste do Pezinho aponta uma criança em cada 10 mil nascimentos, muito menos que o da Orelhinha.
Portanto, o Teste da Orelhinha é algo fundamental ao bebê, já que os problemas auditivos afetam a qualidade de vida da criança, interferindo no processo da fala, entre muitas outras coisas.
É como uma bola de neve: a criança cresce e tem dificuldade em ouvir ou se expressar e, com isso, sente mais dificuldade em se socializar. Isolada por não ter fácil acesso ao grupo de amiguinhos, ela pode apresentar depressão. E por aí vai.
Para que isso não aconteça, procure o pediatra, um médico otorrinolaringologista ou uma fonoaudióloga quando houver alguma suspeita de perda auditiva no seu filho.
O teste é obrigatório por lei? Sim. Desde o dia 2 de agosto de 2010 o exame é obrigatório e gratuito.
0 a 6 meses___O bebê se assusta, chora ou acorda com sons intensos e repentinos. Reconhece a voz materna e procura a origem dos sons.         6 a 12 meses ___Localiza prontamente os sons de seu interesse e reage a sons suaves. O balbucio se intensifica e reconhece seu nome quando chamado.     12 a 30 meses ___ Vai do início da primeira palavra (papai) até o uso de sentenças simples (dá bola). Lógico que ainda é cedo, mas nunca incentive o filho a falar errado só porque soa bonitinho. Se ela diz que o papai chegou de "calo", corrija naturalmente dizendo que ele chegou de carro. O estímulo à pronúncia correta é fundamental no aprendizado.




Portanto, você, mamãe, fique atenta aos exames que seu bebê precisa fazer. A saúde de sua criança agradece!